Ei, moçada! se liga pra saber.
É o rap da vó Nazareth
falando no telefone com
a minha tia Na - za - ri - na!
Alô, Ina? tudo bem?
ãh, ahã,
hã, ahã,
ãh, ahã,
Ina, peraí que eu vou ver a carne
Si! queimou!
Também, do tanto que você falou!
ãh, ahã,
ãh, ahã,
ãh, ahã,
Então, tchau, Ina!
tu, tu, tu, tu, tu, tu, tu,...
ãh, ahã,
ãh, ahã,
ãh, ahã.
FUI!
"Vó Nazareth: de tanto que nós vimos você falar no telefone com a tia Nazarina, nós fizemos uma música com algumas modificações.
Das suas netas:
Beatriz, Luiza e Marina.
Nós te amamos. 01/10/1998"
Meu primeiro blog vai ser sobre POESIA em geral. Admiro os grandes poetas: Mário de Andrade - Carlos Drumond de Andrade - Oswald de Andrade - Mário Quintana - Cora Coralina, e outros que citarei depois. Também gosto de produzir poesia, relacionada à minha vivência, à minha família e aos assuntos que me interessam.
quarta-feira, 14 de maio de 2014
Uma Lembranças Adolescente
Uma Lembrança Adolescente
Exibir mapa ampliadoNa Rua Salomé Queiroga, que atualmente fica na Vila Carrão, eu morei dos 12 aos 18 anos.
Minha casa ficava no fim dessa rua, entre as ruas Cruz Jobim e Amarais.
Em 1950 a Televisão brasileira foi inaugurada.
Só um vizinho da rua tinha um aparelho de TV.
Postado por Nazareth Peres às 16:51
Uma foto de 17/4/2014
Uma foto de 17/4/2014
Esta foto tirei na webcam do Sesc Belenzinho, hoje, 17/4/2014!
Nas minhas lembranças de adolescente, esta foto está à frente em pelo menos uns 60 anos!
Ufa!
Nas minhas lembranças de adolescente, esta foto está à frente em pelo menos uns 60 anos!
Ufa!
Postado por Nazareth Peres às 17:33
Uma Lembrança Adolescente - 2
Uma Lembrança Adolescente - 2
Em 1950, os únicos vizinhos que tinham aparelho de TV, em preto e branco, claro, formavam um casal simpático.
Houve um programa especial de um cantor mexicano que havia sido artista de cinema.
Depois ele decidiu seguir a vida religiosa, e adotou o nome de Frei José de Guadalupe Mojica.
Continuou cantando só músicas religiosas.
Apresentou-se na TV brasileira e o casal amigo convidou minha família para assistir ao programa na sua casa.
Foi um deslumbramento!
Depois disso, só tivemos nosso 1º aparelho de TV em 1960.
Assim era o Frei José Mojica, cantor (1896-1974).
Fez parte das minhas lembranças adolescentes.
Nazareth Peres
Houve um programa especial de um cantor mexicano que havia sido artista de cinema.
Depois ele decidiu seguir a vida religiosa, e adotou o nome de Frei José de Guadalupe Mojica.
Continuou cantando só músicas religiosas.
Apresentou-se na TV brasileira e o casal amigo convidou minha família para assistir ao programa na sua casa.
Foi um deslumbramento!
Depois disso, só tivemos nosso 1º aparelho de TV em 1960.
Assim era o Frei José Mojica, cantor (1896-1974).
Fez parte das minhas lembranças adolescentes.
Nazareth Peres
Oceano
Qual é o tamanho do oceano?
Amo o mar!
Tinha curiosidade desde criança, mas só vi o mar pela primeira vez aos dezoito anos, quando minha classe do colégio foi até Santos, receber a Irmã Maria Valéria, Diretora do colégio, que voltava da França.
Entramos no navio e o conhecemos. Andamos pela praia, sem banho de mar!
Só entrei no mar para gozar um belo banho em Saquarema - RJ, quando eu tinha vinte e cinco anos!
Fui meio atrasadinha!
Mas valeu a pena!
| Fonte: Canal CCAA - Muito além da sala de aula. |
Amo o mar!
Tinha curiosidade desde criança, mas só vi o mar pela primeira vez aos dezoito anos, quando minha classe do colégio foi até Santos, receber a Irmã Maria Valéria, Diretora do colégio, que voltava da França.
Entramos no navio e o conhecemos. Andamos pela praia, sem banho de mar!
Só entrei no mar para gozar um belo banho em Saquarema - RJ, quando eu tinha vinte e cinco anos!
Fui meio atrasadinha!
Mas valeu a pena!
sábado, 10 de maio de 2014
A Rosa
A
ROSA
Para as mães de sangue e de coração, minha homenagem!
Era o domingo do dia das mães.
Como de costume, depois da missa, as crianças dirigidas por suas
catequistas, subiram ao altar carregando rosas vermelhas nas mãos.
Cantaram uma música alusiva à data.
Houve um pequeno discurso meio atropelado, lido por uma menina
ofegante.
Apresentou-se um jogral, como sempre, um pequeno grupo de crianças
dizendo frases bonitas em que se ouvia indistintamente as palavras:
mãe - homenagem - carinho - amor - felicidade - parabéns.
Eu sempre me questiono: “porque não ensaiam um grande grupo de
crianças que falem umas cinco de cada vez, pausadamente, para poder
se entender o que dizem”?
É sempre a mesma coisa. Mas as mães e seus filhos se dão por
satisfeitos com o cerimonial singelo.
As mães presentes são então chamadas ao altar pera receber uma
rosa, como sinal de amor e agradecimento. É tudo muito emocionante.
Eu estava no banco da igreja ao lado de uma mulher que eu não
conhecia.
Levantei-me e fui receber a minha rosa.
Voltei ao meu lugar e falei a essa mulher: “Você não vai buscar
a sua rosa?”
“Fui casada. Sou viúva e nunca tive filhos.” Ela falou. Havia
um traço de tristeza na sua voz.
Então eu lhe respondi: “Você deve ter alguém na família ou nas
amizades, que ama como a um filho ou filha e é amada como mãe por
essa pessoa.”
Ela retrucou: “Sim. Tenho um sobrinho que é como um filho para
mim, e que me quer como a sua mãe.”
“Então vai lá buscar a sua rosa”.
Ela se levantou, pegou a sua rosa e voltou sorridente para o seu
lugar.
Terminou a cerimônia. Saí da igreja me despedindo dessa mãe
feliz.
Não perguntei o seu nome e nunca mais a vi. Mas me senti satisfeita
por ter proporcionado um momento tão especial para uma pessoa
desconhecida e carente de afeto.
domingo, 20 de abril de 2014
quinta-feira, 17 de abril de 2014
Transplante
"Um rim? Não, amorzinho.
Nem um naco do seu fígado.
Nem córneas ou medula óssea.
É do teu espírito que eu preciso, só metade.
Você doa pra mamãe?"
Luiz Bras - miniconto do livro: "Pequena Coleção de Grandes Horrores"
Editora Circuito Ltda. RJ 2014, página 66.
Nem um naco do seu fígado.
Nem córneas ou medula óssea.
É do teu espírito que eu preciso, só metade.
Você doa pra mamãe?"
Luiz Bras - miniconto do livro: "Pequena Coleção de Grandes Horrores"
Editora Circuito Ltda. RJ 2014, página 66.
quarta-feira, 9 de abril de 2014
O Medo
O
Medo
Por
que o medo nos assombra?
Da
infância à velhice
Nos
acompanha.
Deveríamos
nos acostumar ao medo,
E
assim dominar o seu segredo...
Em
nossa vida, desde a meninice,
O
medo do novo é natural.
Tememos
também o desconhecido,
A
primeira vez de tudo e o inusual.
O
medo nos paralisa e a nossa alma arranha,
Surgindo
no horizonte qual uma sombra.
Mas
a vida nos ensina a lidar com o medo.
Os
bons momentos sempre vencem os maus.
Os
belos sonhos nos conduzem adiante:
A
noite terminada, o dia amanhecido,
Derrotando
o medo, esse falso gigante.
Minha poesia que compus em 2012 no Laboratório de Literatura do Sesc Belenzinho
com Heloisa Prieto - Histórias Fantásticas.
terça-feira, 1 de abril de 2014
Mussaenda salmao
Vale ver! Este filme do Youtube não é meu. Vejam os créditos.Mas eu fotografei uma árvore assim no início de 2014 na rua Donatários da Mooca - São Paulo- SP. Enfeitava toda a calçada!
quarta-feira, 19 de março de 2014
sábado, 8 de março de 2014
quarta-feira, 5 de março de 2014
Os Degraus
Não desças os degraus do sonho
Para não despertar os monstros.
Não subas aos sótãos - onde
Os deuses, por trás das suas máscaras,
Ocultam o próprio enigma.
Não desças, não subas, fica.
O mistério está é na tua vida!
E é um sonho louco este nosso mundo...
Mário Quintana
Quintana de Bolso L&PM POCKET - 2012
página 95
Para não despertar os monstros.
Não subas aos sótãos - onde
Os deuses, por trás das suas máscaras,
Ocultam o próprio enigma.
Não desças, não subas, fica.
O mistério está é na tua vida!
E é um sonho louco este nosso mundo...
Mário Quintana
Quintana de Bolso L&PM POCKET - 2012
página 95
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